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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Top 10 BSO de jogos: 5 - Tekken 2

Se eu tivesse composto esta banda sonora, sentiria um misto de orgulho e frustração. Orgulho porque é um conjunto excelente de músicas e frustração porque os combates acabam demasiado rápido para podermos apreciar a sua qualidade. Esta é a realidade da maioria dos jogos de luta, mas o caso de Tekken 2 é o mais notório. Não estou a falar daquelas batidas que se repetem constantemente, mas sim de música com diversas camadas e cuja evolução escapa ao jogador devido à rapidez dos combates.

Quando estive a decidir quem integraria o top 10 não avaliei só pela qualidade, mas também pela personalidade das músicas. Que raio quero eu dizer com isto? Nem eu sei exactamente, mas está relacionado com aquela sensação de que estamos a presenciar algo único, que claramente se destaca no jogo. Isto é possível perceber logo através dos temas das personagens, onde cada um parece descrever o lutador na perfeição: o de Jun revela uma personagem espiritual, em harmonia com a natureza; o de Jack-2 parece algo saído do Exterminador Implacável 2, com os seus sons “metálicos”; o de Michelle mostra uma personagem com muita energia e determinação; e o de Devil Kazuya transparece melancolia e um vazio enorme.

De maneira geral, Tekken 3 é o melhor jogo da série. Mas há um aspecto onde o 3 fica aquém deste: na música.

Black Winter Night Sky (Intro)
MORNING FIELD (Jun Kazama Stage)
BE IN THE MIRROR (Devil Kazuya Stage)

domingo, 19 de setembro de 2010

Templo dos Jogos

Quem é que se lembra do Templo dos Jogos?

Era a minha principal fonte de informação sobre jogos nos anos 90. Eu esperava ansiosamente pelo fim da semana para poder ver o programa e adorava cada minuto. Nunca mais me esqueço da análise do Super Mario 64 - foi o 1º jogo que teve 100%.

Apesar do péssimo argumento, eu continuo a achar que é melhor que o Insert Coin e afins. A nostalgia tem destas coisas.





sexta-feira, 16 de abril de 2010

Braid

Braid é um dos melhores jogos dos últimos anos. Há muito tempo que queria experimentar esta obra-prima da autoria de Jonathan Blow e há alguns dias atrás lembrei-me que o jogo tinha chegado à Playstation Store no final do ano passado. Tenho que dizer que foram 10 euros muito bem gastos.

Este é um jogo de plataformas com um particular ênfase na manipulação do tempo. Ao longo dos seis mundos disponíveis vão ter de resolver vários quebra-cabeças para poderem adquirir peças de puzzle e completar uma imagem. Cada mundo tem a sua imagem, o seu tema e características específicas. Desde usar a capacidade de poder voltar atrás no tempo para refazer as vossas acções, até níveis onde quando andam para a direita o tempo avança e quando andam para a esquerda recua, parando o tempo quando estão quietos.
Os puzzles são muito inteligentes, são provavelmente dos melhores quebra-cabeças que já experimentei. Esta mecânica de controlar o tempo não é nova, jogos como Prince of Persia: The Sands of Time é um dos casos mais famosos, mas Braid explora quais seriam as consequências no mundo após essa manipulação.

Visualmente o jogo é um primor. É quase como uma pintura interactiva. A música foi muito bem escolhida e, apesar de também ser manipulada quando recuamos no tempo, nunca me fartei.
Em termos de história o jogo também não desaponta, embora esta seja totalmente opcional. A nossa personagem, Tim, está a procura de uma princesa, mas a relação entre eles é muito vaga. Antes de cada mundo o jogador pode ler pequenos pensamentos da personagem, que focam diversos sentimentos ao longo de toda a história. Vê-se que o criador quis uma história aberta à interpretação e o final então é dos mais ambíguos que já vi num videojogo.
Em suma, Braid é fabuloso. O jogo está disponível para a Xbox 360, PC e PSN, por isso não há desculpa para não experimentar. Apoiem os criadores dos chamados jogos "indie", cujo mercado é cada vez mais relevante. Jogos como Braid, World of Goo e Flower são autênticas pérolas que não devem ser ignoradas.

Site Oficial

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Heavy Rain demo - Sleazy Place

Este vídeo mostra a primeira parte da demo do novo thriller para a Playstation 3, Heavy Rain. O jogo está categorizado como "drama interactivo" e inclui elementos de film noir assim como conteúdos para adultos que têm dado que falar. A animação das personagens está fantástica e os actores que dão as vozes parecem-me boas escolhas. É engraçado ver que quando eu joguei, as coisas não se passaram da mesma forma.



O facto do jogo ter sido desenvolvido pela equipa que nos trouxe Fahrenheit (Quantic Dream) é razão mais do que suficiente para estar entusiasmado. O jogo parece tão fora do comum e tem tanto potencial que é impossível ficar indiferente. Já falta pouco para dia 26!

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Top 50 worst videogame voice acting


Querem rir um bocado?
xD

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Review - Uncharted 2: Among Thieves (PS3)

O Uncharted 2: Among Thieves chegou às lojas portuguesas no passado dia 14 de Outubro. Este é um jogo que eu esperava já há muitos meses, uma vez que adorei o primeiro. O segundo jogo da mais recente série desenvolvida pela Naughty Dog (criadores de Crash Bandicoot e Jak and Daxter) tem sido muito aclamado pelos especialistas.
Tendo terminado o jogo durante o fim-de-semana, posso dizer convictamente que é a melhor razão para se comprar uma Playstation 3.

Tal como no primeiro, controlamos Nathan Drake numa aventura muito ao estilo de Indiana Jones. Em Among Thieves, Drake parte em busca da Pedra Cintamani, depois de encontrar um artefacto num dos navios perdidos de Marco Pólo. Naturalmente, o nosso herói não é o único em busca do tesouro, sendo que a sua conquista não será nada fácil.


O jogo está melhor que Drake's Fortune (2007) em praticamente todos os campos possíveis. A maneira como a história se desenrola é típica dos filmes de Hollywood dentro do género, mas o argumento é tão bom que torna o enredo muito mais envolvente. Grande parte do mérito deve ser dado aos actores que deram as vozes e movimentos às personagens, uma vez que neste jogo usou-se a técnica de captura de movimentos celebrizada pela personagem Gollum em O Senhor dos Anéis. Os actores desempenham o seu papel com uma naturalidade tal que é fácil deixarmos-nos levar pela história. Podem contar com a presença de muitas personagens, entre elas algumas caras familiares.


A jogabilidade está mais refinada, mantendo os controlos acessíveis mas agora muito mais precisos. Continuamos a ter que recorrer a um sistema de cobertura, à semelhança de Gears of War (Xbox360) para nos protegermos dos ataques inimigos, mas agora temos outras alternativas viáveis. Desta vez, deram um particular ênfase às secções de combate corpo a corpo, especialmente com a adição de stealth kills. Agora podemos evitar a chuva de balas habitual do primeiro jogo, optando por tratar da saúde dos inimigos sem revelar a nossa presença. Foi uma óptima ideia, mas a sua execução podia ter sido melhor se tivessem ajustado a IA dos inimigos mais à realidade. Contudo, tendo em conta que na maior parte do tempo estamos em confronto armado, é bom ter outras opções.
Quanto aos puzzles, estes pareceram-me muito simples e, embora sejam importantes para dar mais variedade ao jogo, não há muitos enigmas para resolver. As secções de plataformas por seu lado, estão melhores do que em Drake's Fortune.


A banda sonora é digna do grande cinema. O primeiro jogo já me tinha impressionado bastante, mas este consegue elevar a fasquia. Realmente a qualidade dos jogos está constantemente a evoluir. Isso leva-nos a um outro aspecto cada vez mais importante nos dias de hoje: os gráficos. Uncharted 2 tem, para mim, os melhores gráficos numa consola. Não há nada como este jogo. Já perdi a conta à quantidade de vezes em que fiquei boquiaberto com os cenários e as cutscenes! Os pormenores vão desde as expressões das personagens, até ao comportamento do cenário que nos envolve. Desta vez não vão estar restringidos a uma zona, em vez disso vão ter oportunidade de passar por locais como a América do Sul, o Nepal e o Tibete. Se procuram jogos com momentos de acção inesquecíveis, Uncharted 2 arrasa quaisquer expectativas.


Uma das grandes críticas apontadas ao primeiro jogo era que acabava demasiado rápido. Em Among Thieves esse problema já não existe. Para além de um excelente modo single-player que dura cerca de 10-12 horas, ainda podem optar por entrar online e competir em modos como o Combate Mortal, Rei da Colina e Reacção em Cadeia. Destaque também para o modo Machinima, onde podemos criar as nossas próprias animações computorizadas usando as imagens e as personagens do jogo. Existem também missões que podem ser jogadas em cooperativo até três jogadores.
Os tesouros para coleccionar do jogo anterior, também marcam presença em Among Thieves, assim como muitos extras para desbloquear. Em termos de conteúdo, está muito mais completo que o seu antecessor.


Em suma, Uncharted 2 é tudo o que um fã do original poderia pedir: mais e melhor. Among Thieves é um jogo completo e consegue facilmente concorrer a melhor jogo do ano.

Nota: 10/10

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

O regresso de Sonic?

Este teaser deixou-me curioso. Por enquanto ainda está intitulado como Project Needlemouse, mas este poderá muito bem ser o tão aguardado regresso de Sonic ao topo. A minha única questão é: porquê que demoraram tanto tempo a voltar ao 2D!?

Sega, por favor, não estraguem isto.

sábado, 5 de setembro de 2009

VGL - 27/11/09

Eles prometeram e pelos vistos não se esqueceram, o Video Games Live vai voltar a Portugal no próximo dia 27 de Novembro. O espectáculo vai decorrer novamente no Campo Pequeno, por volta das 21:30 e os bilhetes custam entre 22 a 55 euros.
É um dos melhores concertos a que eu alguma vez assisti e apelo a que todos os fãs de videojogos vão ver, é simplesmente monumental.

Mais info

sábado, 1 de agosto de 2009

Review - The Legend of Zelda (NES)

O começo da lenda.


Como fã de videojogos que sou tenho uma certa vergonha em admitir que até há bem pouco tempo nunca tinha jogado nenhum jogo da série The Legend of Zelda (TLoZ). Quer dizer, tecnicamente já joguei, uma vez que comecei o Ocarina of Time e o Wind Waker, mas não acabei nenhum deles e não me cheguei a dedicar a sério. Ora, passados muitos anos a ouvir falar sobre a excelente qualidade da série e pelo facto de ver constantemente o Ocarina of Time nas listas dos melhores jogos de sempre, decidi experimentar novamente. E que melhor jogo para começar que o primeiro Zelda de todos, The Lengend of Zelda para a NES (Nintendo Entertainment System).


Mas antes disso, deixem-me dar-vos alguns dados importantes sobre a série. The Legend of Zelda são um conjunto de jogos de acção/aventura criados por Shigeru Miyamoto, a mente brilhante por detrás da série Super Mário. O jogo situa-se normalmente no reino de Hyrule, onde controlamos um rapaz chamado Link que tem como objectivo salvar a princesa Zelda do vilão Ganon, com a ajuda do poder da Triforce. Mas não é tão fácil como parece, pelo caminho temos uma data de missões para completar e muitas cavernas e florestas espalhadas por Hyrule para explorar.
A série começou em 1986 na NES e continua em força, com títulos como TLoZ: Twilight Princess (2006) para a Wii e TLoZ: Phantom Hourglass (2007) para a Nintendo DS. É uma das séries mais amadas no mundo dos videojogos e tem uma enorme legião de fãs.


Uma das principais razões para o despertar do meu interesse por estes jogos foi o facto de muitos deles estarem disponíveis na Virtual Console da Wii, por um preço aceitável. Comprei o The Legend of Zelda para começar pelo início e pretendo jogá-los por ordem de lançamento.
Mas comecemos a análise do jogo. O jogo começa e logo de inicio podemos (e devemos) entrar numa caverna onde um homem nos dá uma espada de madeira para nos protegermos dos inimigos, o que vem mesmo a calhar pois eles estão por todo o lado. A primeira coisa que notamos é que o jogo funciona com uma vista de cima para baixo, o que foi bastante inovador numa altura em que a maioria dos jogos eram sidescrollers. Os nossos items e dados estão dispostos no topo de ecrã: o mapa, a nossa vida, o nosso dinheiro (rupees) e os objectos que estamos a usar de momento. Avançamos de ecrã em ecrã, matando inimigos e tentando encontrar a entrada para as masmorras. O objectivo é coleccionar os vários pedaços da Triforce espalhados pelas oito masmorras do jogo, sendo que estas são autênticos labirintos, recheados de inimigos e com um boss (ou vários) para nos travar. Quando conseguirmos completar a Triforce estamos aptos para ir à última masmorra derrotar Ganon e salvar a princesa Zelda.

O jogo é sem dúvida uma aventura, pois somos obrigados a explorar todo o mapa para encontrar a localização das masmorras, sem qualquer indicação do sítio onde nos devemos dirigir. Para alguém como eu habituado a jogos lineares, é algo estremamente frustrante não saber para onde ir e ser obrigado a andar sem direcção. É uma tarefa que requer muita paciência, mas ao mesmo tempo esse é um dos grandes objectivos do jogo: a exploração de Hyrule. Por isso, se começarem a jogar não se assustem, porque passado algum tempo vão começar a decorar o mapa e vão acabar por encontrar todas as entradas para as masmorras, excepto talvez a última (tenho de admitir que usei um guia em certas ocasiões, nomeadamente para apanhar todos os objectos nas masmorras). Outro aspecto muito inovador para a época foi a existência da possibilidade de gravar o nosso progresso no jogo, o que é algo muito agradável para alguém como eu que teve de deixar a NES ligada toda a noite para acabar o Super Mario Bros. 3. Mas mesmo com esta opção o jogo mantém um nível de dificuldade equilibrado, com cada masmorra a ser mais desafiante que a anterior, sem nunca atingir um nível de frustração exagerado. Os segredos e passagens secretas também estão presentes em abundância, o que ainda reforça mais a ideia de descoberta.

TLoZ é um jogo que se joga relativamente bem, mesmo nos dias de hoje. Os controlos são bastante simples e acessíveis, com A e B disponíveis para ocuparmos com armas e acessórios. Os gráficos estão com um elevado grau de detalhe para a altura, sendo que Hyrule acaba por ser um lugar relativamente diverso: com florestas, mar, masmorras subterrânias e até um cemitério. Quanto à componente sonora, embora não existam muitas músicas, as que estão ficaram para a posteridade e até aquele som clássico que surge quando descobrimos algo escondido também se estreou aqui.
Quando finalmente conseguirem salvar a Zelda é vos dado a opção de começar a segunda missão, que é basicamente o mesmo jogo só que mais difícil e com as masmorras, lojas e objectos em locais diferentes. O facto de existir mais uma missão dá ainda mais longevidade a um jogo que por si só já é comprido, oferecendo aos jogadores um novo desafio.

The Legend of Zelda é um dos clássicos jogos da NES e ainda hoje muitos o consideram um dos melhores da série, por tudo aquilo que trouxe de novo, especialmente por ter sido um dos primeiros jogos a oferecer uma aventura capaz de nos prender até ao fim.

quarta-feira, 22 de julho de 2009

AVGN 74 - Plumbers Don´t Wear Ties

Este é um dos episódios mais hilariantes do Angry Video Game Nerd (AVGN). O jogo em análise é provavelmente o pior que eu alguma vez vi, se é que isto se pode considerar um jogo. É tão mau que ainda não acredito que existe.

terça-feira, 21 de julho de 2009

Dead Fantasy IV

O DFIV já chegou! Apenas com uma semana de diferênça, o novo episódio já está disponível. Parece que o Monty na semana passada já tinha pronto o 3º, 4º e 5º episódios e pretende lançá-los um por semana, o que significa que na próxima semana poderemos ver o DFV! É óptimo poder ver três novos episódios quase de seguida, tendo em conta o tempo que o III demorou até sair, mas os episódios estão muito mais pequenos desta vez, o que de certa forma compensa.
Neste vídeo temos um confronto entre a Yuna (FFX/X-2) e a Kasumi (DoA). Arrisco-me a dizer que este é provavelmente o melhor da série, por ser um autêntico tributo ao FFX. Eu só digo uma palavra: aeons.
Ah, e preparem-se para ver uma surpresa no final.

Aconselho-vos a clicarem no vídeo para ver com melhor qualidade. Aqui fica:


Outros episódios

terça-feira, 14 de julho de 2009

Dead Fantasy III

Chegou finalmente o 3º episódio da série Dead Fantasy!
Esta série consiste na luta entre personagens famosas da série Final Fantasy e Dead or Alive. São videos feitos pelo excelente designer Monty Oum, também responsável por Haloid (Halo vs Metroid).
Neste episódio em concreto temos uma luta entre Tifa (FF7) e Hitomi (DoA). O vídeo é um pouco mais pequeno que os dois anteriores mas mostra grandes melhorias em termos de animação e qualidade gráfica:
Dead Fantasy III

Para os fãs de ambas as séries, estes vídeos são fantásticos. A qualidade e o detalhe impressiona qualquer um e espero que não demore a sair o próximo.

Outros vídeos:
Dead Fantasy I
Dead Fantasy II
Haloid

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Evento: FUPO 09

Decorreu ontem, no Parque Tejo, a edição deste ano do FUPO. Este é um evento de Cosplay que já existe desde 2005, mas que este ano mudou-se para a zona do Parque das Nações.

Os eventos de Cosplay são encontros de fãs de anime, manga, comics, filmes e videojogos, onde as pessoas vão vestidas a rigor com os fatos das suas personagens preferidas. O objectivo é o convívio, onde cada um mostra os seus fatos, muitas vezes feitos pelas próprias pessoas. A expressão FUPO significa "Feitos Um Para o Outro", pois pretende-se que haja desfiles de pares e não apenas individuais. Aqui ficam os vencedores nas várias categorias:

»Lobo Solitário (desfile individual): Yuffie (Final Fantasy VII)


»Melhor Dupla/Par (da mesma série): Naruto e Hinata (Naruto)


»Melhor Par Inventado (de series diferentes): Light Yagami (Death Note) e Haruhi Suzumiya (The Melancholy of Haruhi Suzumiya)


Eu, Tu e o Emplastro (há alguém que não se enquadra): Excel Saga com Nana



Outros:

Kakashi (Naruto)


Naruto (Naruto)


Eruka Frog (Soul Eater)


Lucy (Elfen Lied)


Zabuza (Naruto)


Maka Albarn (Soul Eater)


Riku (Kingdom Hearts)


Sanosuke (Rurouni Kenshin)


Juliet e Romeo (Romeo X Juliet)


Light Yagami e L (Death Note)


Cooking Mama e Megaman


Foi uma tarde recheada de boa disposição e de bons fatos. A afluência de pessoas foi bastante mais elevada do que estava à espera e fiquei supreendido por haver tantos fãs de Cosplay em Portugal.
O local escolhido foi bastante agradável, embora a chuva tenha marcado presença depois do desfile. Para o ano em princípio há mais e, quem sabe, talvez faça um fato para participar também.

Para mais informações:
Site Oficial
Outras imagens

sábado, 6 de junho de 2009

O melhor da E3 de 2009

A E3, que é um dos maiores eventos de videojogos do ano, terminou na passada quinta-feira. Passados alguns dias para acalmar os ânimos, é tempo de reflectir e escolher os melhores momentos da edição deste ano.

5) Novo trailer de Final Fantasy XIII

É o novo Final Fantasy! Acho que está tudo dito.
Uma série que não deixa ninguém indiferente. Apresenta sempre histórias fascinantes com cada título que lançam e assume-se como o exemplo a seguir dentro do género. Será que vai estar ao nível dos grandiosos FFVII e FFX?

4)Demonstração da jogabilidade de Assassin's Creed 2

Para a sequela do jogo da Ubisoft, os fãs pediram mais diversidade. Parece que os criadores ouviram porque esta demo parece ter elementos muito mais variados e originais em termos de jogabilidade. O potencial deste jogo é imenso!

3) Anúncio de Super Mario Galaxy 2

Ainda nem acabei o primeiro Mario Galaxy e já foi anúnciado o segundo! Eu já não me lembro de haver uma sequela de um jogo do Super Mario na mesma consola há muitos bons anos, é uma óptima notícia para os fãs! A fórmula é a mesma, até porque o primeiro foi muito aclamado pela crítica, mas pede-se maior longevidade.

2) Demo exclusivo de Uncharted 2

Uncharted 2: Among Thiefs tem tudo para dar certo. A Naughty Dog melhorou em practicamente tudo face ao primeiro. Vai ter multiplayer, competitivo e co-op, evitando assim ser criticado por ser demasiado curto, como foi o primeiro. Eu espero que não descuidem o modo singleplayer, mas estou confiante que vai superar Drake's Fortune.

1) E o jogo chama-se......The Last Guardian!

O nome do Project TRICO foi finalmente revelado e o jogo vai chamar-se The Last Guardian! Passados quatro anos desde o lançamento da obra-prima que é Shadow of the Colossus, as mentes brilhante da Team Ico revelaram finalmente o seu terceiro título. Depois de dois jogos tão bons e tão memoráveis é impossivel não ficar ansioso com The Last Guardian, que é para mim uma das principais razões por que comprei uma PS3!

Para o ano há mais!

domingo, 18 de janeiro de 2009

Video Games Live


Eles voltam em 2009!

Antes de mais, o Video Games Live é um projecto que consiste numa orquestra que percorre o mundo para tocar as músicas mais conhecidas dos videojogos. Os responsáveis por este evento são os famosos compositores Tommy Tallarico e Jack Wall, que têm como objectivo apoiar e encorajar a expansão desta indústria de entretenimento. Mas, mais importante que tudo, estes concertos permitem aos fãs ouvir as suas músicas preferidas ao vivo!

A orquestra passou por Portugal há pouco mais de um mês, num concerto magnífico, e parece que já está garantido voltarem em 2009, se calhar até mais cedo que no ano passado!
Para mim foi o melhor concerto de 2008 e espero que o deste ano ainda seja melhor! Só precisavam de acrescentar músicas de Shadow Of The Colossus, Ico, Medal Of Honor e da serie Soul Calibur para ser practicamente perfeito.

Mas enquanto não há mais notícias, aqui fica um vídeo da actuação das músicas de Metal Gear Solid:


Site Oficial