segunda-feira, 10 de agosto de 2009

12/12/2009


Biffy Clyro.
Santiago Alquimista.
Lisboa.
12/12/09.
Eu vou.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

1,2,3 night-time hours



"Let me tell you something. . . The ground we stand on looks solid enough, but if something happens it can drop right out from under you. And once that happens, you've had it: things'll never be the same."

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Bigodes, Paris e algo mais


Segui uma recomendação de um amigo meu ( obrigado Ramos! ) e pesquisei "La Blogotheque". Achei muita coisa interessante. Como por exemplo ...



( É curto e seco, eu sei , mas não posso perder tempo, que me falta um episódio para acabar a 2 temporada de Dexter... )

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Como é que conseguimos - - - - - - - - - - - ?


Vi esta noite uma reportagem na Sic Noticias sobre os confrontos na Georgia. É uma nova vaga da guerra fria, com os americanos a se meterem onde não são chamados ( novamente ) e os russos a reagirem mal ( novamente ). Enquanto isso, a TVI a passar publicidade sobre shampoos.

sábado, 1 de agosto de 2009

Review - The Legend of Zelda (NES)

O começo da lenda.


Como fã de videojogos que sou tenho uma certa vergonha em admitir que até há bem pouco tempo nunca tinha jogado nenhum jogo da série The Legend of Zelda (TLoZ). Quer dizer, tecnicamente já joguei, uma vez que comecei o Ocarina of Time e o Wind Waker, mas não acabei nenhum deles e não me cheguei a dedicar a sério. Ora, passados muitos anos a ouvir falar sobre a excelente qualidade da série e pelo facto de ver constantemente o Ocarina of Time nas listas dos melhores jogos de sempre, decidi experimentar novamente. E que melhor jogo para começar que o primeiro Zelda de todos, The Lengend of Zelda para a NES (Nintendo Entertainment System).


Mas antes disso, deixem-me dar-vos alguns dados importantes sobre a série. The Legend of Zelda são um conjunto de jogos de acção/aventura criados por Shigeru Miyamoto, a mente brilhante por detrás da série Super Mário. O jogo situa-se normalmente no reino de Hyrule, onde controlamos um rapaz chamado Link que tem como objectivo salvar a princesa Zelda do vilão Ganon, com a ajuda do poder da Triforce. Mas não é tão fácil como parece, pelo caminho temos uma data de missões para completar e muitas cavernas e florestas espalhadas por Hyrule para explorar.
A série começou em 1986 na NES e continua em força, com títulos como TLoZ: Twilight Princess (2006) para a Wii e TLoZ: Phantom Hourglass (2007) para a Nintendo DS. É uma das séries mais amadas no mundo dos videojogos e tem uma enorme legião de fãs.


Uma das principais razões para o despertar do meu interesse por estes jogos foi o facto de muitos deles estarem disponíveis na Virtual Console da Wii, por um preço aceitável. Comprei o The Legend of Zelda para começar pelo início e pretendo jogá-los por ordem de lançamento.
Mas comecemos a análise do jogo. O jogo começa e logo de inicio podemos (e devemos) entrar numa caverna onde um homem nos dá uma espada de madeira para nos protegermos dos inimigos, o que vem mesmo a calhar pois eles estão por todo o lado. A primeira coisa que notamos é que o jogo funciona com uma vista de cima para baixo, o que foi bastante inovador numa altura em que a maioria dos jogos eram sidescrollers. Os nossos items e dados estão dispostos no topo de ecrã: o mapa, a nossa vida, o nosso dinheiro (rupees) e os objectos que estamos a usar de momento. Avançamos de ecrã em ecrã, matando inimigos e tentando encontrar a entrada para as masmorras. O objectivo é coleccionar os vários pedaços da Triforce espalhados pelas oito masmorras do jogo, sendo que estas são autênticos labirintos, recheados de inimigos e com um boss (ou vários) para nos travar. Quando conseguirmos completar a Triforce estamos aptos para ir à última masmorra derrotar Ganon e salvar a princesa Zelda.

O jogo é sem dúvida uma aventura, pois somos obrigados a explorar todo o mapa para encontrar a localização das masmorras, sem qualquer indicação do sítio onde nos devemos dirigir. Para alguém como eu habituado a jogos lineares, é algo estremamente frustrante não saber para onde ir e ser obrigado a andar sem direcção. É uma tarefa que requer muita paciência, mas ao mesmo tempo esse é um dos grandes objectivos do jogo: a exploração de Hyrule. Por isso, se começarem a jogar não se assustem, porque passado algum tempo vão começar a decorar o mapa e vão acabar por encontrar todas as entradas para as masmorras, excepto talvez a última (tenho de admitir que usei um guia em certas ocasiões, nomeadamente para apanhar todos os objectos nas masmorras). Outro aspecto muito inovador para a época foi a existência da possibilidade de gravar o nosso progresso no jogo, o que é algo muito agradável para alguém como eu que teve de deixar a NES ligada toda a noite para acabar o Super Mario Bros. 3. Mas mesmo com esta opção o jogo mantém um nível de dificuldade equilibrado, com cada masmorra a ser mais desafiante que a anterior, sem nunca atingir um nível de frustração exagerado. Os segredos e passagens secretas também estão presentes em abundância, o que ainda reforça mais a ideia de descoberta.

TLoZ é um jogo que se joga relativamente bem, mesmo nos dias de hoje. Os controlos são bastante simples e acessíveis, com A e B disponíveis para ocuparmos com armas e acessórios. Os gráficos estão com um elevado grau de detalhe para a altura, sendo que Hyrule acaba por ser um lugar relativamente diverso: com florestas, mar, masmorras subterrânias e até um cemitério. Quanto à componente sonora, embora não existam muitas músicas, as que estão ficaram para a posteridade e até aquele som clássico que surge quando descobrimos algo escondido também se estreou aqui.
Quando finalmente conseguirem salvar a Zelda é vos dado a opção de começar a segunda missão, que é basicamente o mesmo jogo só que mais difícil e com as masmorras, lojas e objectos em locais diferentes. O facto de existir mais uma missão dá ainda mais longevidade a um jogo que por si só já é comprido, oferecendo aos jogadores um novo desafio.

The Legend of Zelda é um dos clássicos jogos da NES e ainda hoje muitos o consideram um dos melhores da série, por tudo aquilo que trouxe de novo, especialmente por ter sido um dos primeiros jogos a oferecer uma aventura capaz de nos prender até ao fim.

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Entrevista - Icos



Icos. Estes senhores andam algures entre o doom metal, o sludge e o punk-rock. E são bons no que fazem. Troquei umas palavras com Oskar, um dos vocalistas/guitarristas deste quarteto sueco, para saber como vão as coisas lá no norte.

Pereira- Please introduce yourself and explain, to those who dont know, what Icos is all about.

Oskar - We are a band from Gothenburg, Sweden.We got together as a band in 2001 with the vague intention of doing something different compared to our previous bands. Slower, darker and more emotionaly challenging was the leading words at that time and that's still the leading star until this day.

At this point the band-mebers are:
Erik - Guitars & Vocals
Oskar - Guitars & Vocals
Martin - Bass
Erik - Drums (2001-2008)

P - What is the origin of the name, "Icos" ?

O- We first thought that we had found a word with no meaning and that was the intention. A simple word that stands for nothing. Later we realized that it means something like "small house" in ancient greek. So that's probably a good meaning to the band, a small house for big adventures.

P - How is 2009 going for you guys?

O - Slow! Very slow. Our drummer left the band late 08/early 09 so we haven't made much noise since. But we recently found a drummer to record a song for the upcoming Falling Down II-compilation. The rest of the year will be spent writing new songs and taking care of babies (there will be two new members of the Icos-family in a very near future)

P -About the line up change. What happened?

Erik (our former drummer) left the band because of artistic indifferences.
We had been in this band for 8 years and shared the same visions and dreams. At one point we just realized that our visions had drifted to far apart to continue this mission together.

P - What are your plans for the near future? Do you have any tour planned?

O- There are no plans to tour during 2009. We are writing new songs and looking into the possibilities to play live in 2010 again.

P - When can we expect a new release from you guys?

O- Hopefully within 1 year or so. There are no exact plans at the moment but we are very excited about the new stuff we have written so far.

P - You played in Portugal last year. How was it? When can we expect you back?

O - As soon as we go on tour again. We had a blast the last time and will definately come back as soon as possible.

P- Can you share with us your best and worst memories from the road?

O - There are too many to just pick one. Especially the bad ones...

P - What happened to your plans to release an album with the british crust/sludge band Fall of Efrafa ? It is still going to be released?

O - Those plans got cancelled for various reasons. But the main reason would be that we lost our drummer as they set the deadline for the band and there wasn't enough time to pull that project off. Which of course sucks big time since that would have been an amazing adventure.

P - What are the concepts and messages behind your albums?

O - There are meaning and message in each and every song but it's not gathered around any specific concept.In "Walk with me" we deal with various political topics while "Fragments of sirens" are more focused on the personal struggles we've been deling with.

P- What are your influences when writing a song?

O - Everything between Robert Johnsons early recordings and our daily mood.
Every great tune and every intense emotion.

P - Sweden is a country well known for its ecletic and important extreme music scene. What do you think of it ; is it easy for a band like Icos to survive in Sweden?

O - Not really. There is a great scene as far as the amount of bands coming from here. But there's not really any scene for our band. We hardly ever play any shows in sweden.

P- What have you been listening lately ?

A few specific albums:
Kylesa - new album
Mastodon - new album
Bob Marley - Survival

And the all-time favorites:
Melvins - everything
Earth - everything
Neurosis - last 6 albums

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Editors - 10 de Dezembro '09 Campo Pequeno ( Lisboa )

Está confirmado : estes senhores tocam no dia 10 de Dezembro, no Campo Pequeno. Eu vou.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Relembrando : Black Books

No que toca ao humor, os britânicos são melhores que tudo o resto. É tão simples quanto isso.
E "Black Books" é um excelente exemplo dessa superioridade.

Os 18 episódios da série centram-se na ( surreal ) livraria Black Books, algures em Londres. O dono da livraria, Bernard Black, é um bêbado misantropo irlandês cujos únicos prazeres ( além de beber ) são fumar, insultar os clientes, não vender livros e ler/mijar ao mesmo tempo.



O humor nesta série está muito focado em Bernard e nos seus planos surreais para alienar os clientes e chatear Manny ( o seu assistente ) , enquanto atura Fran ( a sua única amiga ) e a sua constante busca por sexo. As situações criadas por este trio mefistofélico oscilam entre o neurótico e o hilariante, e as performances são muito boas ( especialmente do Dylan Moran, como Mr.Black - pena ter tido um papel pouco aproveitado no igualmente hilariante Shawn of the Dead ) .

Recomendo aos fãs do humor britânico e do humor mais... estranho, em geral.

( pesquisem "black books - the cleaner " e "black books - skinheads" ... )


Black Books - More bloopers are a click away

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Go through the looking glass in

Saiu há poucos dias o primeiro trailer do que para mim é um dos filmes mais aguardados do próximo ano: Alice in Wonderland.
Como seria de esperar, o toque de Tim Burton reconhecesse de imediato, uma vez que o realizador parece ter optado por uma versão mais negra da obra de Lewis Carroll. Isto pode causar alguma impressão de inicio, pois muitos de nós estamos habituados à versão da Disney dos anos 50, mas temos de olhar para este filme como se fosse algo completamente novo. Pessoalmente não vejo ninguém melhor do que ele para realizar e acho que vai ser uma versão no mínimo interessante.
Eu gostei do trailer embora tenham dado um claro protagonismo ao Chapeleiro Maluco (Johnny Depp) e não tanto a Alice (Mia Wasikowska), o que não agradou alguns fãs. Agora só nos resta aguardar por mais info enquanto 2010 não chega.

domingo, 26 de julho de 2009

Biffy Clyro - "That Golden Rule" Video e Artwork

Senhoras e senhores, é com muito prazer que posto abaixo o vídeo e artwork do novo single de Biffy Clyro. Não vou dizer muito mais sobre a música, porque já falei nela aqui varias vezes.



Tanto o vídeo como o artwork são tão malignos quanto se poderia esperar...